Se você é um MASSAGISTA sinta orgulho disso. Porque a profissão de Massagista é reconhecida desde 05 de outubro de 1961, através da Lei Federal 3.968, que DISPÕE SOBRE O EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE MASSAGISTA. Sendo que muito antes, em 10 de dezembro de 1945, o Decreto-Lei 8.345, DISPÕE SOBRE HABILITAÇÃO PARA EXERCÍCIO PROFISSIONAL DO MASSAGISTA.
O reconhecimento legal do Massagista é anterior ao de diversas outras profissões da área da saúde,tais como: Fisioterapia, Psicólogo, Profissional de Educação Física, Enfermagem etc.
Infelizmente a lei que regulamenta a profissão de massagista está desatualizada. Isso não quer dizer que a massagem deixa de ser uma profissão regulamentada. Pois isto não é um privilegio somente do massagista. Porque a maioria das leis que regulamentam as profissões, principalmente as da área da saúde, estão desatualizadas, devido as mudanças nas visões axiológicas e epistemológicas que levaram a sociedade, no final do século passado e inicio deste novo milênio,a terem outros novos paradigmas. Um deles foi a queda da visão cartesiana e positivista que deixou diversas seqüelas dentro dos contextos científicos e sociais. Pois nos dias atuais temos novas concepções, de cunho humanista e menos mecanicista, centradas no holismo, onde o individuo é visto dentro de uma abordagem psicobioespiritual (corpo, mente e espírito).
Devido a ligação ao termo MASSAGISTA a outras atividades de cunhos sexuais, prostituição masculina e feminina, muitos profissionais da Massagem se auto-denominam MASSOTERAPEUTAS. Porém é importante lembrar que a profissão é de MASSAGISTA, regulamentada em nosso pais através de uma lei federal. Enquanto MASSOTERAPIA é o uso da MASSAGEM como TERAPIA. E o MASSOTERAPEUTA é o individuo que sendo MASSAGISTA profissional, pois é isso que determina a lei federal, é aquele que faz uso da massagem com fins terapêuticos.
Como a profissão de MASSAGISTA já é regulamentada, por lei federal, o que deve ser feito é modificações nesta lei, adequando-a para realidade social atual, e a colocar em prática em prol dos interesses dos diversos profissionais de massagem, das várias linhas, em todo o nosso pais.
Inclusive entre as terapias denominadas de alternativas, complementares e/ou holísticas no Brasil a única regulamentada como profissão é a MASSAGEM, cujo profissional é o MASSAGISTA. Nenhuma outra atividade terapêutica holística é regulamentada como profissão.
Nem mesmo a ACUPUNTURA, que é somente reconhecida para prática complementares em diversas profissões da área da saúde, através de resoluções dos seus conselhos de classe, que por sua vez se limitam aos seus registrados em caráter profissional.
Como o MASSAGISTA é um profissional amparado por lei federal e a massagem é seu instrumento de trabalho, é obvio, que outros profissionais, sem habilitações em massagem, mesmo da área da saúde, não tem o direito do exercício profissional como MASSAGISTA.
Do Mesmerismo ao Reiki e Práticas Semelhantes A Verdadeira História do Reiki no Ocidente
“… Todos esses movimentos (dedicados às”curas” ditas metafísicas) não representam mais do que diferentes fases do exercício de poderes crescentes - mas ainda não compreendidos e, assim, com demasiada frequência usados ignorantemente. Compreenda-se, de uma vez por todas, que não há nada de ‘espiritual’ ou ‘divino’ nessas manifestações. As curas por eles efectuadas são devidas, simplesmente, ao exercício inconsciente de poderes ocultos nos Planos inferiores da natureza - usualmente do Prana ou das correntes vitais.
As conflituantes teorias sustentadas por essas escolas estão baseadas em conceitos metafísicos mal compreendidos ou mal aplicados, frequentemente em lógicas falaciosas grotescamente absurdas.(…) Este é um dos maiores perigos do novo ciclo, agravado enormemente pela pressão competitiva e pela luta pela existência…”
Helena P. Blavatsky, 1890 (in Collected Writings, Vol. XII, pág.155)
MESMER
Em 1770, um médico vienense, de nome Franz Anton Mesmer, suspeitando da importância e da influência do magnetismo terrestre na funcionalidade biológica dos seres vivos, empreendeu progressivas experimentações visando confirmar a sua tese.
Ia mais longe, ainda, nas suas cogitações: considerava que todos os organismos vivos manifestavam, correspondentemente, propriedades de magnetismo análogas ou afins às da Mãe Terra.
De facto - pensava ele - todos os corpos dos seres animados, tanto quanto os dos seres comummente (e de modo não rigoroso) chamados “inanimados” (o reino mineral) são constituídos de substância responsiva ao magnetismo terrestre e, até, em muitos casos que se constatara, às suas leis da orientação magnética universal. Essa premissa abria-lhe campos inexplorados e promissores no tocante à restauração de equilíbrios em organismos afectados pela doença.
E pensava: neste imenso Cosmos, com todas as suas inteligentes leis, tudo se alinha com tudo, e tudo está interdependente de tudo. Na verdade, a Terra está alinhada com a polaridade Norte-Sul do Sistema Solar e, este, com outras Unidades Colectivas maiores ainda. neste gigantesco Complexo Sideral (além de médico, ele era um vivo amante da Astronomia e da Astrologia). Assim, inclinava-se, igualmente, para a conclusão de que o fluido que influenciava as pessoas (e, designadamente, o seu estado de saúde) proveniente das Estrelas e Planetas era da mesma natureza electromagnética que reconhecia emanando dos magnetos e de todos os organismos vivos terrestres. Havia-se constatado que:
A Terra se comportava como um portentoso íman, sendo que os pólos (demonstradamente) consubstanciavam e fluíam electricidade bipolar: o Norte, de polaridade positiva; o Sul, de electricidade negativa. Por outro lado, essa característica e essas propriedades eram transferidas e repercutidas (ad infinitum) em algumas substâncias naturais precisamente denominadas ímans: seccionadas indefinidamente, conservavam as mesmas virtualidades em matéria de equilíbrios electromagnéticos e de orientação bipolar.
(E reflectia ele) As inumeráveis jazidas de diferentes minérios existentes no subsolo da Terra configuravam sistemas “inteligentes” de distribuição e equilíbrio dessas mesmas energias electromagnéticas, funcionando como feixes nervosos (e os chamados “meridianos” da cultura médica chinesa - acrescentamos nós), condutores das correntes vitais (o equivalente aos sistemas circulatórios sanguíneo e linfático nos animais, e à seiva no reino vegetal).
Tendo-se evidenciado, designadamente, que diversos minerais e outras substâncias (o ferro, a magnetite, o âmbar.) eram possuidores dessas propriedades de magnetismo e que, inclusive, os próprios seres humanos (e não só) tinham na sua constituição biológica ferro e outros numerosos metais em diferentes proporções (( Sabe-se hoje que nos tecidos vivos são os iões inorgânicos que transportam a corrente eléctrica. Por exemplo, constatou-se, cientificamente, que ocorre uma transferência da dita corrente partindo de uma zona corporal lesionada para uma outra sã. Assim, cada traumatismo muscular, cada batimento cardíaco ou cada fenómeno de secreção glandular determinam ou estão associados a mudanças de estado eléctrico. As zonas, tecidos ou órgãos afectados (excitados) assumem, então, uma polaridade negativa em relação às zonas ilesas.)), ele cogitou que bem poderia ser que igualmente eles constituíssem canais condutores de electricidade e magnetismo (energia vital).
Daí, tendeu, fortemente, para a probabilidade de que a doença - o desequilíbrio funcional biológico - fosse o resultado directo de uma “despolarização” ou “descompensação” dessa energia, do que decorreria a deficiência no desempenho de diversos órgãos e - inclusive, e em cadeia - dos sistemas orgânicos funcionais a eles afectos ou subordinados.
Ponderando que um afluxo energético poderia, por diversas contingências, ficar bloqueado e “estagnado” ou, pelo contrário, deficitário numa dada região corporal, deduziu que o restabelecimento desses equilíbrios determinaria a recuperação do estado de saúde dos indivíduos. Procedeu, então, a uma curiosa experiência:
… As suas experiências e a sua importância
Preparou uma tina de madeira, imantada, cujo fundo cobrira de vidro e limalha de ferro. Submeteu, depois, vários pacientes voluntários à emersão na referida tina, assim perspectivando avaliar se, de facto, os pacientes lograriam retirar a energia que lhes faltava dessa exposição aos eflúvios magnéticos. O resultado, assombroso, foi que um considerável número de pacientes se recuperou ou melhorou significativamente de seus males. A par desta investigação, empreendeu muitas outras com varas magnetizadas.
Mais tarde, Mesmer incidiu as suas pesquisas particularmente sobre o magnetismo humano. Começou a efectuar experimentações com a aposição de mãos, induzindo mentalmente o fluxo magnético (a energia do que chamou “magnetismo animal”) a passar para os seus pacientes, especificamente para as zonas afectadas (não esqueçamos, que, em todos os condutores energéticos, a energia tende a fluir e a sair pelas pontas.).
Os seres vivos “metabolizam essa energia radical” da Mãe Terra nas suas componentes relativas aos chamados Planos da Forma (Mental inferior; Kâmico ou Emocional; Astral, mais tarde chamado Etérico; Físico Químico). Especializam-na e colorem-na com o índice vibratório inerente ao seu próprio psiquismo (note-se que o termo psiquismo se aplica precisamente aos níveis Kama-manásicos e Astrais-Etéricos). De modo que, ao irradiar essas energias (pelas pontas dos dedos ou, meramente, pela intenção direccionada - mental ou com o auxílio do veículo do “olhar”), o homem faz transportar o seu próprio carácter, podendo este ser: a) de inferior (baixo) nível vibratório (correndo-se o risco de degradar mais ainda o foco da afectação do paciente), b) um carácter de nível vibratório relativamente equivalente (e que, portanto, não acrescenta inconveniente neste particular âmbito), c) ou uma emanação de natureza mais refinada e benéfica. Neste aspecto global, a energia proveniente de um íman mineral afigura-se mais inócuo, porque neutro, relativamente ao nosso próprio índice ou nível de consciência.
Em todos os casos, porém, tal acção terapêutica é e será sempre pontual, superficial e passageira - sendo satisfatoriamente apropriada para o reforço energético numa baixa temporária de energia anímico-psíquica, para uma baixa de tensão, para um acidente (ligeiro) hipoglicémico, para uma enxaqueca. Não nos iludamos, pois, nem caiamos na maior inconsequência e puerilidade pressupondo que este meio de sanação poderá erradicar problemas de fundo - problemas esses que apenas se resolvem com um trabalho conscientemente direccionado de reorientação de pensamento e de reordenação de costumes e atitudes (portanto, de uma auto-regeneração ou “alquimia” interior). Nas doenças já instaladas, será, eventualmente, uma útil complementação de outras terapias mais efectivas e determinadas. Por exemplo, uma tal panaceia externa e, evidentemente, impermanente, não resolverá de raiz o sugadouro ininterrupto, incessante, em termos energéticos, que ocorre quando uma pessoa está sujeita a um contínuo desgaste emocional (stress, aflição, medos, desgostos, preocupações, tensões, carências de vária ordem, etc).
Na sua época, Mesmer foi muito criticado por diversos sectores da comunidade científica que se recusavam a admitir que os seres vivos fossem detentores desse “fluido” electromagnético. Contudo, no Ocidente, ele foi o percursor do estabelecimento - depois considerado “científico” - das correntes eléctricas biológicas que estiveram na base de numerosos estudos posteriores no âmbito da Psicolo-gia/Psiquiatria, da electrofisiologia aplicada às diagnosesem Cardiologia (através de electrocardiogramas) e nas Encefalopatias (através de electroencefalogramas) e, mesmo, de todo o manancial presente e disponível no campo alargado das Ecografias, Ressonâncias magnéticas, etc.
Kardecismo e outras correntes
Retornando, simplesmente, à actuação por simples irradiação volitiva de (a partir de) um ser humano, quase um século depois da polémica de Mesmer, o Movimento Espiritista de Allan Kardec, ramificado em numerosos países, encetou uma prática em muito semelhante à do Mesmerismo. Presumindo que a causa de numerosas afecções se poderia dever à “desvitalização” provocada por “espíritos desencarnados” que se apropririariam do ectoplasma (a que também chamavam perispírito) dos vampirizados, levaram à prática a reposição dessa energia vital por meio, justamente, da imposição de mãos. Ainda hoje essa medida (a que vulgarmente chamam “fazer passes.”), em concomitância com a da imantação fluídica da água para beber (e com o objectivo, conjunto, de “limpeza psíquica”) é comum nos muitos Centros Espíritas disseminados por vários países. Contemporaneamente, uma outra personalidade carismática, Riechenbach, propugnava idênticas práticas e, a essa energia, chamou “ódica”.
Entretanto.Nas últimas décadas do século recém-concluído, outros Movimentos, de procedência oriental - mais propriamente oriundos do Japão -, proliferaram na América e Europa, nomeadamente em Portugal, difundindo esses mesmos meios terapêuticos de irradiação através das mãos. Ainda outras organizações se especializaram em diversificadas (se bem que semelhantes na essência) metodologias de sanação com recurso a ímans metálicos (apostos de determinada maneira, quase sempre de um e outro lado da região corporal afectada) visando a expulsão de humores negativos causadores de disfunções ou doenças.
Entretanto - e por fim -, diversa literatura pretensamente inovadora (regra geral, sensacionalista) veio implantar o “boom” e fazer crer e circular que o Reiki é uma maravilha recente - mitificando essa prática de todas as formas passíveis de ser empoladas e exploradas. Sustenta-se que é “uma passagem de energia divina” ou “energia universal”, definidamente “espiritualizante” - e esotérica (a palavra “mágica” dos nossos dias, infelizmente quase sempre desprovida do correcto sentido original).
Sem dúvida que tudo neste mundo é “divino”; assim, toda a energia que se nos infunde e por nós circula é, necessariamente, “divina”. Nesse sentido, tudo é um “dom de Deus” mas, nem por isso, vamos dizer que um médico - por se dedicar a curar - é um grande espiritualista exercendo o seu “sacerdócio”. É, pois, abusivo e leviano confundir as coisas e fazê-las sair do seu próprio, restrito e legítimo patamar - mesmo que, na sua área (a da sanação), pudessem ser as mais úteis e eficazes.
Hoje em dia - e por tudo e por nada - se puxa pelos pretensos “galões” e “credenciais” que, supostamente, atestam o “alto grau de espiritualidade atingido”, e diz-se, ufanamente: “. tenho a 1a ou tenho a 2a iniciação do Reiki.” ou “. sou Reikiano/a - (e, com isto, digo tudo.)”. Deveras, se atingem foros de alienação colectiva, e se imiscui o verdadeiramente sagrado e digno de ser reverenciado com uma propalada mas vulgar, ainda que relativamente útil ou eficaz, terapia. E mais uma vez, em círculos pretendidamente esotéricos, uma “moda” ou um entretenimento de secundária ou terciária importância real (tal como um rebuçado ou um brinquedo que cativa um bebé) desviam do essencial - no incontornavelmente laborioso e lúcido Caminho Evolutivo que é suposto desejarem percorrer. A tal ponto se chegou, que muitos só a custo ousam confessar que, afinal, até se sentiram mal com essas práticas (tantas vezes, pagas com rios de dinheiro.).
Em todas as épocas, existem e actuam “Forças retrógradas” interessadas em “entreter” e “aquietar” - em suma -, em “aprisionar” a humanidade ainda imatura, precisamente com a puerilidade que ainda lhe é atractiva e afim. Nada mais fácil do que aproveitar um ensejo ou uma plataforma de aparências inócuas e, até, benfazejas (em princípio, inatacáveis e insuspeitas), escudar-se nelas e mascarar os verdadeiros objectivos embrulhando-os com vistosos envólucros, sugerindo “miríficas” e “beatíficas” realidades.
Posto isto, longe de afrontar o (hoje chamado) Reiki como terapia (domínio onde conhecemos bons amigos e pessoas de sã intenção), o que nos move é a demarcação das suas fronteiras, esclarecendo e desvanecendo a generalizada presunção de que “constitui uma Ciência Espiritual e Espiritualizante”, ou de que “é um dos Ramos Nobres das Ciências ditas Esotéricas”.
Assim, devemos clarificar as questões mais empolgantes que se têm gerado em torno dessa prática: não alinha os chakras e, muito menos, conduz à sua abertura (o que, aliás, seria desastroso); não alinha todos os sete corpos (!!!) nem limpa todas as respectivas auras; a energia aludida não radica no chakra cardíaco nem é por ele impulsionada; não promove o “milagre” da Evolução Espiritual individual e/ou colectiva; não opera a conexão com o “Eu Superior”; não é veículo de bênçãos de Seres Superiores; não confere nenhum estatuto espiritual particular a quem o pratique. Pode, contudo (e eventualmente), constituir um expediente (ou suporte) para ajudar a focalizar diversas intenções benéficas e de progresso, do mesmo modo que outros instrumentos operam como pontos de apoio visando os mesmos objectivos - nomeadamente, as mandalas, os terços (ou rosários), as velas, o incenso, mesmo os mantrams e orações. Esclareça-se, no entanto, que a verdadeira meditação (em si) é uma coisa totalmente distinta.
Em suma, na Ascensão Espiritual, unicamente a determinação num auto-aprimoramento (que capacite o indivíduo a ser um Servidor) é condição para a Evolução. Tal empreendimento é completamente independente de quaisquer práticas reikianas. Quanto a estas, fiquemo-nos, pois, pelos seus domínios naturais, singelos, e legítimos - (eventualmente) afins com o Shiatsu, o Do-in, a Reflexologia e outras práticas dignas e valorosas nas suas respectivas áreas e competências. E tudo estará certo e nada violará os preceitos da correcção, da verdade e da ética.
O Reiki como Culto
Em Esoterismo, o estudo empenhado, e em constância, é absolutamente indispensável. Constitui-se na habilitação progressiva à penetração nos Mistérios e Leis da Natureza. Facilita e promove a identificação e a comunicabilidade do homem (o Microcosmo) com o Macrocosmo - abrindo portas para uma plena (e)fusão da Vida, no sentido superior da expressão. De molde que, de forma alguma, nos podemos preencher e, tão-pouco, mitigar a “sede” de cumprir, limitando-nos a exercer alguma “generosidade” ao empreender curas provisórias e que mais esforço não exigem de nós do que a permuta, tantas vezes (quase infantilmente) teatralizada, de (perdoem a expressão) “doces e acariciadoras cumplicidades estereotipadas”, em ambientes pseudo-espiritualistas a que não faltam requisitos de “perfumes”, “velas”, “cristais”, e outros aparatos suficientemente sensibilizantes.
Depois. Depois, vai-se para casa, e a rotina continua intacta, e o mundo continua igual - sem nem mais um acrescento à sua condição substancial e inalteravelmente indefesa; porque, na verdade, a ignorância é o maior dos males, e a acomodação e a inércia, com todos os expedientes que se criam para os justificar e para nos convencermos de que já somos suficientemente “úteis” e “grandes”, é o seu maior propulsor.
Quando estas práticas se tornam um “culto” (como, infelizmente, hoje em dia esse fenómeno é proliferante!), o risco de se “engordar o egocentrisno” é demasiado grande: com efeito, a permuta de “afagos na aura”, para cá e para lá, pretensamente legitimados e cunhados com a marca de “espiritualidade” e promotores de “orgulhos e vaidades mascarados”, bom resultado real não podem trazer.
É certo que “descomprimem”, relaxam e podem produzir bem-estar. E dirão: que mal tem isso? De novo esclarecemos que apenas é incorrecto e, mesmo, um logro, se com isso se pretender presumir ou evidenciar a detenção de uma “alta cotação espiritual ou evolutiva” - e que é o que maioritariamente se passa nesses ambientes.
Uma linha-de-menor-resistência…
O perigo é que os ditames e o pensamento da “egrégora” inadvertidamente gerada pelo colectivo (dos cultores ou fiéis) acaba por se substituir ao pensamenso individual (que se pretende livre). Neste tipo de Movimentos, que surgem (que vão e vêm, no tempo e no espaço) por ondas, o perigo de alienação, de facto, instala-se. Dizemos isto com propriedade: conhecemos suficientemente a realidade de dezenas de países através de uma volumosa correspondência que recebemos diariamente (uma vez que o Centro Lusitano de Unificação Cultural tem livros publicados em diversas línguas, que circulam em muitas dezenas de países de 4 Continentes, e que, desses, tem delegações em 26). Por essas cartas (e não só), apercebemo-nos a que foros de alienação chegaram muitas e (já) muito diversificadas organizações que têm o Reiki como o seu supremo pólo de cultura e actuação, arrastando consigo, frequentemente, pessoas bem intencionadas e em busca de poderem ser verdadeiramente úteis. É certo que em Portugal (ainda) se não chegou a tanto, nem se adquiriram, em definitivo, essas características; contudo, o exemplo tendencial, ao nosso lado, é um alerta e um sinal de alarme que temos como dever ponderar criteriosa e escrupulosamente.»
Isabel Nunes Governo Vice-Presidente do Centro Lusitano de Unificação Cultural Artigo retirado da revista BIOSOFIA, n.º10, Junho 2001, CLUC, Lisboa.
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O que nos propomos, neste artigo, não é definir ou tentar explicar o que se entende realmente por Esoterismo - e que, a dizer a verdade, é bem distinto do que habitualmente por aí se pensa. Fizemo-lo, de passagem, ou implicitamente, em vários artigos da Biosofia; e dedicámos-lhe todo um artigo num anterior número desta revista 1, para o qual nos permitimos remeter.
Temos especialmente em vista, sim, alertar contra o perigo de certas práticas e maneiras de estar que, associadas, mais ou menos (in)correctamente, a Esoterismo, são tomadas como vivências ocultistas por excelência, e exercem um evidente fascínio sobre muitos.
De facto, tais actividades, exercícios e posturas são afinal os bas fonds, quando não o lado negativo, da Ciência Esotérica.
Iremos referir-nos aqui, particularmente, aos mil e um métodos de cura dita esotérica que vêm proliferando nas últimas décadas; às práticas espiritistas e mediúnicas; e, em geral, a todas as posturas de astralismo e psiquismo inferior, com as sempre associadas visões, revelações e profecias, que constituem, muito frequentemente, um gravíssimo problema.
A Parafernália de Curas, Passes e outras Terapias “Espirituais”
Consideramos que Helena Blavatsky foi, sem dúvida nenhuma, a grande pioneira, impulsionadora e dinamizadora de todo o movimento esotérico moderno - convicção que mais se enraíza em nós quanto mais anos passam, e quanto mais vamos estudando e reflectindo. Por aquela razão, aliás, é que foi e continua ela a ser vítima de todos os ataques, alguns até de onde menos, aparentemente, seria de esperar 2. Em Abril de 1890, um ano antes da sua morte, numa mensagem enviada a uma convenção teosófica nos Estados Unidos da América, deixava ela…
” … uma palavra de advertência. À medida que a preparação para o novo ciclo se processa (.) os poderes latentes e ocultos no homem estão começando a germinar e a desenvolver-se. Daí, o rápido crescimento de movimentos como , a Cura Mental, a Terapia Metafísica, a Sanação Espiritual e por aí afora. Todos esses movimentos não representam mais do que diferentes fases do exercício de poderes crescentes - mas ainda não compreendidos e, assim, com demasiada frequência usados ignorantemente. Compreenda-se, de uma vez por todas, que não há nada de “espiritual” ou “divino” nessas manifestações. As curas por eles efectuadas são devidas, simplesmente, ao exercício inconsciente de poderes ocultos nos Planos inferiores da natureza - usualmente do Prâna ou das correntes vitais. As conflituantes teorias sustentadas por essas escolas estão baseadas em conceitos metafísicos mal compreendidos ou mal aplicados, frequentemente em lógicas falaciosas grotescamente absurdas. Mas o único factor comum à maior parte delas - um factor que apresenta o risco principal no futuro próximo - é este: em quase todos os casos, o teor dos ensinamentos dessas escolas é tal que conduz as pessoas a olhar o processo sanador como sendo aplicado à mente do paciente. Por outras palavras, sempre que o curador interfere - consciente ou inconscientemente - com a livre acção mental da pessoa que ele trata, isso é - Magia Negra. Quase todas as assim chamadas ciências de Cura (”Healing”) estão a ser usadas como meio de ganhar a vida. Em breve, algumas pessoas astutas descobrirão que, pelo mesmo processo, as mentes de outros podem ser influenciadas em muitas direcções, e a partir do momento em que se tenha insinuado a motivação egoísta do ganho pessoal e da obtenção de dinheiro, o até então “curador” pode ser insensivelmente conduzido a usar o seu poder para obter riqueza ou qualquer outro objecto do seu desejo.
Este é um dos maiores perigos do novo ciclo, agravado enormemente pela pressão competitiva e pela luta pela existência…” 3
Bem sabemos que para uma boa parte do actual consumismo pseudo-esotérico, Helena Blavatsky pouco ou nada significa. No entanto, podemos com toda a convicção asseverar que ela foi não somente a mulher mais sábia do seu século mas, provavelmente, de todas quantas a História tem registo; que se não fora a sua coragem em expor publicamente o que todos desconheciam ou não se atreviam a confessar, sofrendo com isso os mais brutais e aviltantes ataques 4, tudo quanto (pelo menos no Ocidente) se reclama (bem ou mal, melhor ou pior) de Esoterismo e Ciências Ocultas - incluindo os que aí encontram um modo de vida fácil e menos custoso do que o do trabalho comum - estaria metido na toca e/ou nem sequer saberia que “tais coisas” existiam.
Convém deixar claro que Helena Blavatsky não era nem um desses beatos teatrais, que constituem uma das facetas do triste mundo do pseudo-ocultismo; nem alguém que disse meia dúzia de banalidades místicas com ar de mistério e presunções de basófia, próprias de quem julga não ter nada que fundamentar o que diz, como está na moda 5. Não se tendo jamais apresentado com títulos altissonantes como “Logos Planetário de Marte”, “Hierofante”, “Imperatriz”, “Grã-Sacerdotisa” e outros do mesmo estilo (que entretanto se vulgarizaram numa dimensão assustadora), nem pretendido canalizar mensagens de entidades das Plêiades e ainda de outras constelações mais distantes (como também está em voga) - parecendo que a banalidade e o sensacionalismo insustentável das “mensagens” aumenta na exacta medida da distância geográfica dos supostos pontos de origem das pretensas mensagens -, H.P.Blavatsky legou ao mundo uma obra cuja profundidade e quantidade de Conhecimento ultrapassa muitas vezes a soma de tudo o que de bom se possa aproveitar no que para aí anda sob o rótulo de “espiritualidade”. E, portanto, a SUA ADVERTENCIA É DIGNA DE SE TER EM CONTA.
A sua advertência é digna de ter em conta!… No presente, é-o mais do que nunca, quando por todo o lado se encontra hoje quem abra, alinhe e cure chakras; quem trate, restaure e limpe auras; quem leia, descodifique e concerte (?) o subconsciente; quem passe, canalize e medeie a energia universal; quem restaure o sistema vital, reequilibre o corpo etérico, aplique cristais “que curam tudo”, hipnotize, promova ascensões cósmicas com imposição de mãos e uma concentração de uns minutos. … E chamam a isso “espiritualidade”!
Ora, aquilo com que se está a lidar, em todos esses casos - quando se vai um pouco mais além de simples inconsequência ou simulação -, é com os níveis psico-vitais, ou seja, com o(s) mundo(s) imediatamente acima do físico, mas que não são níveis de espiritualidade. São mais subtis do que o mundo físico mas não são espirituais, da mesma forma como as ondas que nos permitem usar telemóveis são realidades menos densas do que a matéria de uma rocha mas não têm nada de espiritual - desconfiando-se até que possam provocar o cancro…
Se se soubesse lidar com tais energias, numa base de conhecimento científico, para fins terapêuticos isentos e inócuos, não haveria nenhum problema especial a referir; pelo contrário, trata-se de um vasto campo de novas 6 possibilidades. Subsiste, todavia, na maior parte dos casos, o problema da não reprodutibilidade 7, tão essencial à dignidade científica; e permanecerá sempre como uma fonte de equívocos considerar espirituais essas energias que, voltando a citar Helena Blavatsky, são próprias dos “Planos inferiores da Natureza”. Dar ou receber uma massagem, pode ser bastante útil, e tal não se encontra (para nós) em discussão; mas vai uma grande distância até podermos considerá-lo como … espiritualidade!
José Manuel Anacleto
Presidente do Centro Lusitano de Unificação Cultural
Acupuntura e reiki agora
têm explicação científica
Pesquisadores avaliam efeitos e mecanismo de terapias alternativas em animais de laboratório
por Bruna Bernacchio
Ricardo Monezi testou o Reiki em ratos com câncer
(Ilustração: Matheus Lopes)
Pesquisas recentes comprovam efeitos benéficos e até encontram explicações científicas para acupuntura e reiki. Estudos sobre o assunto, antes restritos às universidades orientais, ganharam espaço entre pesquisadores americanos, europeus e até brasileiros. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou uma denominação especial para esses métodos: são as terapias integrativas.
Um artigo sobre os efeitos da acupuntura contra a dor foi publicado por pesquisadores da Universidade de Rochester na revista Nature Neuroscience em 30 de maio. Criada há quatro mil anos, a prática consiste na aplicação de agulhas em pontos do corpo. Pela explicação tradicional, ela ativa determinadas correntes energéticas para equilibrar a energia do organismo.
Cientificamente, as agulhas teriam efeitos no sistema nervoso central (cérebro e espinha dorsal). As células cerebrais são ativadas e liberam endorfina, um neurotransmissor responsável pela sensação de relaxamento e bem-estar. O estudo dos nova-iorquinos descobriu uma novidade: a terapia, que atinge tecidos mais profundos da pele, teria efeitos no sistema nervoso periférico. As agulhas estimulam também a liberação de outro neurotransmissor, a adenosina, com poder antiinflamatório e analgésico.
No experimento com camundongos com dores nas patas, cientistas aplicavam as agulhas no joelho do animal. Eles constataram que o nível de adenosina na pele da região era 24 vezes maior do que o normal e que houve uma redução do desconforto em dois terços.
A equipe tentou potencializar a eficácia da terapia, colocou um medicamento usado para tratar câncer nas agulhas. A droga aprimorou o tratamento: o nível de adenosina e a duração dos efeitos no organismo dos aniamis praticamente tripliquase triplicou e o tempo de duração dos efeitos no organismo dos ratos também triplicou. Mas este método não poderia ser feito em humanos porque o medicamento ainda não é usado clinicamente. “O próximo passo é testar a droga em pessoas, para aperfeiçoá-la ou para encontrar outras drogas com o mesmo efeito”, diz Maiken Nedergaard, coordenadora do estudo.
Reiki
Seus praticantes acreditam nos efeitos benéficos da energia das mãos do terapeuta colocadas sobre o corpo do paciente contra doenças. Para entender as alterações biológicas do reiki, o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em camundongos com câncer. “O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo”, diz. Para a sua pesquisa na USP, Monezi escolheu o reiki entre todas as práticas de imposição de mãos por tratar-se da única sem conotação religiosa.
No experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo “controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira; e o grupo “impostação” teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa.
Depois de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica, ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram que, nos animais do grupo “impostação”, os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas.
“Não sabemos ainda distinguir se a energia que o reiki trabalha é magnética, elétrica ou eletromagnética. Os artigos descrevem- na como ‘energia sutil’, de natureza não esclarecida pela física atual”, diz Monezi. Segundo ele, essa energia produz ondas físicas, que liberam alguns hormônios capazes de ativar as células de defesa do corpo. A conclusão do estudo foi que, como não houve diferenças significativas nos os grupos que não receberam o reiki, as alterações fisiológicas do grupo que passou pelo tratamento não são decorrentes de efeito placebo.
A equipe de Monezi começou agora a analisar os efeitos do reiki em seres humanos. O estudo ainda não está completo, mas o psicobiólogo adianta que o primeiro grupo de 16 pessoas, apresenta resultados positivos. “Os resultados sugerem uma melhoria, por exemplo, na qualidade de vida e diminuição de sintomas de ansiedade e depressão”. O trabalho faz parte de sua tese de doutorado pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).
E esses não são os únicos trabalhos desenvolvidos com as terapias complementares no Brasil. A psicobióloga Elisa Harumi, avalia o efeito do reiki em pacientes que passaram por quimioterapia; a doutora em acupuntura Flávia Freire constatou melhora de até 60% em pacientes com apnéia do sono tratados com as agulhas, ambas pela Unifesp. A quantidade pesquisas recentes sobre o assunto mostra que a ciência está cada vez mais interessada no mecanismo e efeitos das terapias alternativas.
Fonte: Revista Galileu
PS: É sempre bom lembrar que a medicina alternativa (ou como vem sendo chamada terapia integrativa) deve ser vista como algo complementar à medicina tradicional.
É certo que o resultado de qualquer tratamento depende da relação/ confiança desenvolvida entre o profissional de saúde e o paciente mas tais terapias ainda não possuem comprovação científica, como foi dito.
Os estudos ainda estão avançando na área, certamente já bem conhecida dos orientais. http://prisimoesm.blogspot.com/2010/08/acupuntura-e-reiki-agora-tem-explicacao.html
COMENTARIO DE NUESTRA AMIGA ,COLEGA Y GRAN PROFESORA DE TERAPIAS
YOLANDA AGUILAR , DEL PERU
Es verdad José, te escribí cortito, pero el tiempo es que me gana, bueno con respecto al reiki, me parece que tienes razón, pues yo aprendi el reiki y soy segundo reiki, cuando me preparó un maestro de Venezuela alla en Curazao, fué para mi un acontecimiento que casi me cambió la vida, y enseñó el reiki a la manera de Mikao Usui, y la maestra Tanaka que realmente fué quien mas importancia le dió a los símbolos, tal vez con el fín de hacerlo mas elitista y lejano al vulgo, como se dice, antes había mucho que separar para ser diferente y sobresalir, pero hoy, todo es cambio, es apertura, en fin, ya eres un terapeuta màs que piensa así, efectivamente con solo darle toques terapeúticos, asi lo llaman, ya estas regalando los rayos infrarojos que todos poseemos, a traves de nuestra bioenergía molecular, por eso estamos vivos, poseemos cualidades que emanan de nuestro cuerpo, de nuestra mente que pueden hacer cosas increibles, com lo hace la autosanación por ejemplo.
A mis alumnos al cual les enseño masaje holístico o integral, compartimos el masaje sueco, esalen y la imposición de manos (reiki), es tan agradable, que gusta tanto saber que ayudamos a la parte física, emocional y espiritual. Además que cuento con el apoyo de la aromaterapia, musicoterapia, entonces se forma un círculo de hechos que contribuyen al equilibrio del organismo de una manera integral.
Entonces tambien cualquier otra terapia que se realiza se puede aplicar con el toque que trasmite ( una mente limpia, sanadora) a una aplicación de reflexologia por ejemp. o en cualquier otra terapia fisica, a la cual le damos un toque de sanación. Tu te adelantas a la forma de aplicación que tal vez ya se estè dando en muchas partes, de esta manera, felicito que le vayas sacando provecho a tu prolífico tiempo.
SHIATSU E CURA POR IMPOSIÇÃO DAS MÃOS
A cura por imposição das mãos tem uma história longa e bem documentada. Trata-se de uma capacidade de aliviar os outros de um modo cuja explicação, presentemente, se encontra aquém da esfera do pensamento intelectual científico. Na imposição das mãos, as áreas dolorosas são tocadas pelo terapeuta em geral de uma maneira leve e este dirige a sua energia curativa para essa área, muitas vezes sob a forma de luz ou cor. É frequente o paciente ter uma sensação de calor, movimento, ou de uma aragem a passar pela parte que está a ser tratada. Saber onde apoiar as mãos, e quando mudar para outra zona, depende da intuição e da experiência do terapeuta. A maioria de nós teve uma educação que lhe anulou essa intuição, e leva tempo a aprender a ouvir e confiar na vozinha que nos segreda "actua no lado direito do pescoço" ou "carrega na zona do fígado".
No Shiatsu baseamo-nos numa teoria médica oriental, mas nada nos impede de usar também as técnicas de cura por imposição das mãos. Muitas vezes, o simples apoio da mão num ponto, ou zona, imaginando a energia curativa a entrar, pode ser a parte mais importante do tratamento, embora ao espectador possa parecer que nada está a acontecer. Essas técnicas são ensinadas quase no início a quem estuda Shiatsu, razão pela qual, provavelmente, os principiantes obtêm com frequência êxitos espectaculares, em presença de moléstias vulgares, com poucos conhecimentos teóricos ou até nenhuns.
Alguns dos terapeutas que usam a cura por contacto manual são membros de organizações religiosas e sentem que o seu "dom" vem de Deus. Outros aperfeiçoam a capacidade de curar recorrendo à meditação, ioga e outras actividades. A maioria crê que o poder de cura não pertence ao terapeuta, mas sim a Deus, Espírito, Universo o que parecer adequado , e que apenas se exerce através de Si. Eu julgo que toda a gente possui capacidades curativas embora certas pessoas descubram esse dom mais cedo do que outras e resolvam desenvolvê-lo. Diria que todo aquele que assume uma profissão dedicada a tratar dos seus semelhantes, seja ela no âmbito da medicina tradicional ou no da alternativa, fá-lo pelo seu desejo e capacidade de os curar. A técnica constitui o nicho onde encaixa a peça que é a capacidade intuitiva de curar. A escolha da técnica ou disciplina depende do indivíduo. Pessoalmente, inclinei-me para o Shiatsu porque me permite ser muito intuitiva e criativa, embora haja uma boa base teórica sólida onde mentalmente me posso apoiar.
De acordo a nosso pensamento, o Kiroterapeuta não deveria so falar ou oferecer Massagens relaxantes, ou modeladores, etc. A sugestão e, estar em contato com médicos de diversas especialidades para que saibam de nosso trabalho e como a kiroterapia ajuda aos seus clientes.
Também de acordo a os princípios da Kiroterapia, o profissional deve de ministrar palestras regularmente sobre as diferentes aplicações das nossas terapias. Neste caso algo muito comum, a DEPRESÃO.
Lugares como clubes da terceira idade, condomínios, sindicatos, organizações de aposentados entre outros.
Temos que estudar bem as causas, motivos, formas de alivio, aconselhamento, etc., para mostrar a nossos clientes que entendemos seu problema, e também a os profissionais como psicólogos e médicos, de que nos somo seus colaboradores. Indicamos as pessoas a eles e eles nos recomendam.
Estudar parte da medicina Tradicional chinesa que trata o tema das emoções, a Bíblia e psicologia do idoso, aumenta nossa cultura e assim poderemos apoiar nosso trabalho manual e dar calma e animo a nossos clientes.
A massagem é um dos métodos mais antigos de tratamentos medicinais e estéticos, tem suas origens nos tempos de Hipócrates, o pai da medicina, que já apontava os seus benefícios para o corpo.
Na área estética, a massagem acelera o metabolismo e melhora a circulação sanguínea, por isso, é considerada uma aliada valiosa no combate da celulite e da gordura localizada, além de ajudar a modelar o corpo.
Na área medicinal são vários os benefícios comprovados: relaxamento dos músculos tensos, alívio da dor muscular, melhora na circulação sanguínea alem do auxílio no tratamento de problemas emocionais, como depressão e stress duas manifestações cada vez mais comuns nos dias de hoje.
Massagem anti-stress:
Ela é clássica. Com movimentos suaves e ao mesmo tempo firmes nas áreas :cervical, lombar, trapézio (ombros) e costas, ela proporciona relaxamento, diminuição de insônia, depressão, ansiedade etc. Não é recomendada em casos de dores agudas, fraturas, febre ou restrições médicas específicas.
Massagem anti-depressão
A depressão afeta o estado de humor da pessoa, deixando-a triste e desesperançosa e a massagem relaxante torna-se uma grande aliada no combate a este estado emocional porque funciona como válvula de escape para os problemas, uma vez que relaxa e alivia tensões.
Segundo afirma a massoterapeuta Luísa Helena Cardassi, tratamentos alternativos como a massagem são grandes aliados da medicina, não só na prevenção como na cura de muitas doenças. “A massagem mais indicada para os casos de depressão é a Massagem Relaxante, mas a Ayurvédica, Drenagens Linfáticas e a Reflexologia também ajudam na maioria dos casos”.
Nos Estados Unidos, a massagem tem um papel importante no tratamento da depressão. Uma análise de resultados de diversos estudos apontou para a efetividade da massoterapia no tratamento da depressão e ansiedade, com efeitos similares em magnitude aos da psicoterapia.
Sugere-se portanto a aplicação da massoterapia como um complemento à terapia medicamentosa e como uma alternativa no lugar da psicoterapia, para a qual muitas pessoas apresentam certa resistência. A massagem é prontamente aceita mesmo por pacientes muito doentes, que reconhecem as qualidades terapêuticas positivas do toque.
Existem também algumas evidências que apontam que a acupuntura e a fitoterapia são indicadas na depressão.
O uso de terapias alternativas e complementares está cada vez mais popular entre os pacientes com depressão, mas são necessárias mais pesquisas para que se possa chegar a uma conclusão definitiva quanto à eficácia de determinados procedimentos.
A depressão afeta o estado de humor da pessoa, deixando-a triste e desesperançosa e a massagem relaxante torna-se uma grande aliada no combate a este estado emocional porque funciona como válvula de escape para os problemas, uma vez que relaxa e alivia tensões.
Efeitos Fisiológicos da massagem na depressão
É importante lembrar que quando os pacientes são tocados, a sua psique também é tocada; é literalmente impossível separar a psique do corpo. É comum que o tratamento físico seja capaz de alterar o estado psicológico do paciente, em forma de alterações de humor, de uma nova percepção da imagem corporal e em mudanças de comportamento.
Perls, fundador da psicologia da Gestalt, salientou que estimular as sensações (como por meio da massagem) e aumentar a conscientização corporal contribuem para “alimentar” a psique, promovendo uma melhor integração entre o corpo e a mente. Darbonne, terapeuta gestaltista e rolfista, recomenda o uso da técnica de massagem para aumentar a consciência do corpo em prol do crescimento pessoal (LEDERMAN, 2001, p. 177).
Os conceitos fundamentais que explicam os efeitos da massagem baseiam-se no princípio de que a massagem age diretamente nos tecidos moles ou fluídos corporais estimulando o sistema nervoso, o sistema endócrino, as substâncias químicas do corpo, além de sua ação como efeito placebo.
As massagens com óleos essenciais é uma excelente forma de tratar a depressão, por isso adicione 2 gotas de óleo essencial de gerânio e 3 gotas de óleo essencial de Bergamota em 8 ml de amêndoas. Esta quantidade é suficiente para massagear têmporas, ombros, pescoço e costas.
Os óleos vegetais são excelentes para massagens porque deslizam bem na pele e permitem a absorção do óleo essencial terapêutico.
Não prepare mais mistura do que o necessário para a massagem, pois pode perder o seu potencial de tratamento.
Inúmeros são os fatores que podem desencadear bloqueios emocionais, mas o estresse e a depressão lideram o rol das principais causas do mal. Muitas vezes o tratamento alopático não diminui a angústia e as terapias corporais como massagens relaxantes, banhos e lava-pés ajudam a amenizar o sofrimento
A massagem de Tui-Ná
A Tui Na é uma massagem verdadeiramente relaxante ! Praticada não só no Oriente como na Grécia Antiga, a Tui Na serviu para curar e aliviar inúmeros problemas, ao mesmo tempo que relaxava por completo o corpo. Atuando como uma vertente importante ao nível da saúde na China, a massagem Tui Na é muito mais do que uma comunicação instintiva entre o paciente e a pessoa que faz as massagens. Se inicialmente esta prática servia para auxiliar campos mais duvidosos da cura de problemas, ligada muitas vezes a falsos curandeiros, tempos depois a Tui Na foi explorada no âmbito da terapêutica atingindo, inclusive, estudos académicos.
Esta prática a ser ensinada em 1956, é hoje uma das áreas de tratamento do Centro de Terapias Chinesas. Os benefícios desta arte são amplos e comprovados: não apresenta qualquer efeito secundário, é eficaz no combate e prevenção de doenças, e há ainda quem considere que esta massagem é um meio para conseguir viver por mais tempo. Aliás, nesta massagem as mãos são o canal transmissor de energia, e é através delas que se cura o plano emocional e físico. Relaxa o corpo e a mente, e alivia a tensão diária do ser humano. Pessoas com problemas de circulação, hipertensão, insónias, ou dores de cabeça, podem sair da massagem com uma enorme sensação de bem estar e relaxe.
Problemas dos órgãos internos, excesso de peso, doenças nervosas, paralisias, entre tantos outros problemas, são mais alguns dos benefícios da Tui Na, sendo muito destas vantagens apenas alcançadas quando se verifica a combinação desta terapia com outros métodos de medicina. Os pacientes submetem-se a algumas sessões, variando o número destas consoante o problema da pessoa, tendo cada sessão cerca de 20 minutos. As mãos começam a descobrir cada recanto interno do corpo, e a partir daí encontram pequenos problemas que são os causadores pelas sensações negativas que o paciente tem vindo a sofrer.
As massagens Tui Na atuam no sistema nervoso, reprodutor, digestivo, circulatório, trazendo benefícios aos tecidos cutâneos, à circulação sanguínea, bem como a toda a estrutura óssea. Assim, toda a saúde emocional, mental, e física, do indivíduo acaba por sair privilegiada com esta massagem. Pelo fato deste género de massagens não atuar somente ao nível dos músculos, acaba por ser uma das vertentes mais exploradas e estudadas na China, à qual tantas pessoas recorrem. Na realidade, qualquer pessoa pode usufruir deste género de massagem, quer seja desportista, ou tenha que estar o dia inteiro sentada, com um computador à frente. Em qualquer um dos casos as dores nos músculos e relaxamento são facilmente eliminados com a Tui Na.
Mais do que um conjunto de técnicas manuais, a Tui Na tem por objetivo equilibrar o fluxo de energia do nosso organismo: dar largas ao seu fluir, caso esteja em quantidade reduzida, ‘eliminá-la’, se estiver em excesso, ou tonificá-la, caso esteja enfraquecida. E, é só a partir do equilíbrio da energia que se consegue atingir a saúde plena, em todas as suas vertentes. Estudos recentes comprovaram que esta terapia tem também efeitos muito positivos na recuperação das funções de tendões, ossos e ligamentos, na circulação dos líquidos orgânicos e do sangue.
Possíveis sinais e indícios de um futuro problema, que o seu corpo demonstra, mas que o paciente ainda não vê, podem ser facilmente detectados e eliminados com a massagem Tui Na. Desta forma, esta prática funciona não apenas como um método para aliviar problemas, assim como uma fórmula de prevenção de doenças futuras. A Tui Na acalma e tranquiliza o corpo e a mente, ajudando eficazmente as pessoas que sofrem de depressão ou de alguma forma de ansiedade. Em suma, a grande vantagem da massagem da Tui Na é encontrar o embrião do problema e partir para a respectiva cura! A energia, o bem estar e felicidade invadirão o seu corpo após uma massagem de Tui Na.
Excelente artigo e melhor, escrito por um médico. Parabéns Doutor Alexandre Feldman!
Os médicos, até os dias de hoje, quando se formam, fazem um juramento: o Juramento de Hipócrates. É verdade que em países como o Brasil o Juramento de Hipócrates é meramente simbólico (como veremos, não é obrigatório fazer o Juramento de Hipócrates na íntegra para se formar médico no Brasil). De qualquer modo, o Juramento de Hipócrates está entre os mais famosos de todos os textos da Grécia Antiga.
Os médicos, no dia da formatura, pensam que fazem o Juramento de Hipócrates, ainda que simbolicamente.
Neste documento, guardado pela National Library of Medicine, nos Estados Unidos, o Juramento de Hipócrates encontra-se em grego na coluna da esquerda, com tradução para o latim na coluna da direita. Hippocrates. Ta euriskomena ... Opera omnia … (Francofurti: Apud Andreae Wecheli heredes, 1595). Estima-se que o texto original do Juramento tenha sido escrito no Século 4 Antes de Cristo.
Pensam que fazem. Pois na verdade, boa parte do texto original do Juramento de Hipócrates é simplesmente “cortada”. Omitida. Essa parte, quase sempre, o médico desconhece, pois não é ensinada a ele. Não é divulgada.
Vamos dar uma olhada no texto original, traduzido livremente por mim, abaixo.
Eu juro por Apolo, o médico; e por Esculápio, Higéia, Panacéia, tendo todos os deuses e deusas como minhas testemunhas que, de acordo com minha habilidade e julgamento, manterei este Juramento e este contrato:
Eu vou nutrir a mesma afeição que tenho para com meus pais àquele indivíduo que me ensinou esta arte, ser dele um parceiro na vida e preencher suas necessidades quando requisitado; considerar os filhos dele como iguais aos meus próprios irmãos, e ensinar-lhes esta arte caso desejem aprendê-la, sem pagamento ou contrato; e que através das regras, aulas e todos os demais métodos de instrução pré-estabelecidos, transmitirei um conhecimento da arte para meus próprios filhos e para os filhos de meus professores, e para os estudantes presos a este contrato e que proferiram este Juramento à lei da medicina, mas não a outros.
Também prescreverei regimes de estilo de vida que beneficiem meus pacientes, de acordo com minha melhor capacidade e julgamento, E EU NÃO VOU LHES CAUSAR MAL ou causar-lhes maus tratos.
Eu não darei droga letal para ninguém, caso isso me seja solicitado, nem aconselharei tal procedimento; e similarmente, não darei a uma mulher um pessário que lhe provoque um aborto.
Na pureza e de acordo com a lei divina, cumprirei minha vida e minha arte.
Eu não utilizarei a faca, nem mesmo naqueles que sofrem de cálculos, mas deixarei essa tarefa para aqueles que foram treinados nesta arte.
Em qualquer casa que eu vá, entrarei pelo benefício do doente, evitando qualquer ato voluntário de impropriedade ou corrupção, incluindo a sedução de mulheres ou homens, sejam eles livres ou escravos.
Qualquer coisa que eu veja ou escute nas vidas de meus pacientes, seja em conexão com minha prática profissional ou não, e que não convenham ser comentadas do lado de fora, eu manterei secretas, considerando todas essas coisas como privativas.
Contanto que eu mantenha este Juramento fielmente e sem corrupção, que me possa ser permitido partilhar plenamente da vida e da prática de minha arte, ganhando o respeito de todos os homens por todos os tempos. No entanto, caso eu transgrida e viole este Juramento, possa o contrário ser meu destino.
Agora, analisemos o conteúdo deste Juramento de Hipócrates.
Logo de início, o Juramento invoca uma série de personagens da mitologia grega (e mais tarde romana). E é sobre esses personagens que o médico está jurando. Veja por que isso faz sentido:
Até hoje, quando se faz um juramento, jura-se sempre por alguma coisa, ou alguém, ou alguma coisa que representa algo de caráter sagrado. E esse alguém é, quase sempre, um ancestral (vivo ou morto) ou uma entidade divina. Comumente ouvimos dizer hoje em dia: – “Juro pela alma de …” (ancestral falecido), ou – “Juro pela minha mãe” (ancestral vivo), ou até mesmo – “Juro por Deus” (alguém de caráter sagrado). Nos tribunais dos Estados Unidos, o réu e as testemunhas juram pela Bíblia, (coisa que representa o sagrado para a civilização judaico-cristã). Mas o Juramento de Hipócrates consegue abranger tudo: ao invocar personagens da mitologia grega, etrusca e romana, estão na verdade sendo invocados nossos ancestrais de tempos imemoriais, do berço da civilização ocidental, a quem devemos não apenas nossa herança genética, mas também de conhecimento, e que por sua vez criaram esses personagens mitológicos (deuses, portanto sagrados para nossos remotos ancestrais) através de sua vivência e sabedoria há muito, muito tempo atrás. Esses personagens sempre foram simbólicos e representavam uma série de fenômenos até hoje inexplicáveis pela lógica.
Assim, a palavra Apolo (que em grego pronuncia-se algo como Apólon) dá origem às palavras redimir/salvar/resgatar (ἀπόλυσις), assim como purificação (ἀπόλουσις). Apolo é um personagem mitológico, filho de Zeus (rei dos deuses do Olimpo). Apolo é um dos mais importantes deuses do Olimpo, sendo conhecido como deus da luz e do Sol, da verdade e da profecia, da medicina e da cura, das artes, da poesia e da música, entre outras coisas. A medicina e a cura eram associadas a Apolo, e também pela mediação de seu filho, Esculápio.
Enquanto Apolo possuía vários domínios, Esculápio (que em grego pronuncia-se algo como Asclépios) (Asklēpiós) era deus, especificamente, da medicina e da cura, dentro da antiga mitologia grega.
Sua mãe, Coronis, foi morta enquanto ainda grávida de Esculápio, por ter sido infiel a Apolo; mas seu filho foi resgatado vivo de seu útero. Por isso recebeu o nome Asclépios, que significa algo como “abrir com um corte”. Os romanos traduziram Asclépios para Esculápio (Aesculapius).
As palavras escalpelo (sinônomimo de bisturi) e scalpel (bisturi em inglês) não são mera coincidência. Esculápio era o deus específico da medicina, da cura, do rejuvenecimento e também dos médicos. Várias regiões da Grécia Antiga possuíam santuários dedicados a Esculápio, inclusive a ilha de Kos, onde Hipócrates, o lendário médico grego, teria iniciado sua carreira. Os ancestrais da nossa civilização ocidental peregrinavam em massa, quando doentes, para esses templos de cura. Esculápio é simbolizado por um bastão envolvido por uma serpente. Em homenagem a Esculápio, durante os rituais de cura, várias cobras não venenosas eram deixadas serpenteando no chão dos quartos habitados pelos doentes e feridos.
Higéia, na mitologia grega, é filha de Esculápio. Se, de um lado, Esculápio era associado à recuperação e cura, a figura de Higéia (Ὑγεία) era associada à prevenção das doenças e à continuidade da boa saúde. Ela era a deusa da saúde, da limpeza e do saneamento. Seu nome deu origem à palavra higiene.
Estátua de Higéia no Instituto de História Antiga da Universidade de Innsbruck (Áustria)
Muitas estátuas e monumentos na Grécia, retratam Higéia segurando um receptáculo circular que recebe o nome de pátera, envolto por uma serpente dócil e prestes a se alimentar do seu conteúdo. A serpente representa, simbolicamente, o paciente que está prestes a compartilhar do tratamento, ao mesmo tempo em que está assumindo controle sobre seu próprio bem-estar ao fazer as escolhas corretas.
O Significado da Serpente:
A serpente está relacionada a uma crença grega ainda mais ancestral, de que as cobras seriam donas de grande sabedoria e capacidade de regeneração e cura (as cobras trocam de pele “renovando-se”). Acreditava-se que os mortos iam para “baixo”, para o fundo da terra, num lugar parecido com um sonho, denominado Hades (e que não é nem bom, nem ruim). As serpentes manteriam contato com os mortos, e poderiam até transportar a alma de antepassados que retornariam de baixo para ajudar os vivos. A idéia de que as serpentes possuem sabedoria provém justamente da crença que elas transportavam o espírito dos nossos antepassados falecidos.
Panacéia (em grego Πανάκεια) é irmã de Higéia, portanto filha de Esculápio e neta de Apolo. Panacéia é deusa da cura. Observe que Apolo também era deus da cura, entre outras coisas. Acontece que Panacéia e suas 5 irmãs, possuíam, cada, uma faceta específica da arte de Apolo: Panacéia, a cura; Higéia, a prevenção; Meditrina, a longevidade; Algéia, a beleza natural; E Akeso (ou Aceso), a recuperação. Panacéia detinha uma poção, com a qual curava os doentes. Daí surgiu o termo panacéia, utilizado até hoje para descrever um medicamento capaz de curar muitas doenças, ou “remédio universal” capaz de solucionar todos os males.
E é assim que o Juramento de Hipócrates se inicia, com a invocação solene: “Eu juro por Apolo o Médico, e por Esculápio, Higéia e Panacéia, tendo como testemunhas todos os deuses e deusas…“
Pergunto: será que isso não possui um forte significado simbólico até os dias de hoje, conectando-nos com as ‘forças’ (até hoje não completamente explicadas) que governam nosso bem mais sagrado – a nossa saúde? Será que isso não representa um compromisso solene com toda herança de nossa civilização e conhecimento?
O médico jura, em primeiro lugar, ser profundamente agradecido ao Mestre que lhe ensinou esta Arte, e a considerar os filhos de seu Mestre como seus próprios irmãos.
No tocante aos seus pacientes, o médico jura, antes de mais nada, tratá-los com orientações de estilo de vida que lhes tragam benefícios. Sim – estilo de vida mesmo! O texto original em grego fala em prescrição de diaita; repare na linha 16 do documento acima. Ao contrário do moderno significado de “dieta”, a palavra diaita não dizia respeito apenas a hábitos alimentares, mas sim a exercícios físicos, hábitos de trabalho, saúde mental, comportamento sexual, padrões de sono, higiene corporal etc. Na tradução latina do documento acima, encontramos a palavra victus. Victus também significa estilo de vida, modo de vida, além do significado mais conhecido que possui (de provisões, nutrição, alimentos). Está escrito Victus quoque rationem : “Estilo de vida também prescreverei“.
O Juramento de Hipócrates prossegue: em seguida, o médico jura que não vai causar mal a seus pacientes, e jura que não vai lhes dar droga letal em nenhuma hipótese.
Qualquer bula de qualquer droga vai confirmar imediatamente: elas podem podem fazer mal. Aliás, elas podem fazer mais mal que bem.
Diz o juramento: (…)E EU NÃO VOU CAUSAR-LHES MAL(…).
Ou seja: antes de mais nada, o médico não deve causar, JAMAIS, um mal aos seus pacientes.
Mas o que são os eufemisticamente chamados “efeitos colaterais”, senão males causados pelas drogas?
E mesmo assim, é perfeitamente aceitável para nós, médicos, prescrever a um paciente drogas que podem causar-lhes danos nos rins, ou asma, obesidade, anorexia, queda dos cabelos, diminuição da libido, alergia, falência hepática, gastrite, úlcera, fibrose, problemas no coração, na pressão… enfim, danos ao organismo que podem ser maiores do que a própria doença para a qual o paciente está ingerindo essas drogas!
É claro que tomar essas drogas – que a propósito, não curam a doença – não significa, necessariamente, que elas provocarão tais efeitos colaterais. Mas será aceitável correr esse risco?
Alguém poderia até achar que é aceitável. Alguém, por exemplo, com muita dor há bastante tempo (por exemplo, a dor de cabeça crônica da enxaqueca), alguém em total desespero, à busca de uma solução – seja ela qual for. Alguém que “topasse tudo”, até mesmo a possibilidade de efeitos colaterais piores que a própria doença.
Porém, nessa hora é preciso lembrar de um outro detalhe: TODAS as drogas vão perdendo o seu efeito com o tempo.
Conclusão: além de correr um risco de ficar muito mais doente, ou até perder a vida por conta de efeitos colaterais das drogas, existe a certeza de que essas drogas, com o tempo, vão perdendo seu efeito “benéfico”.
Uma verdadeira situação perde-perde. Você perde de todos os lados.
E mesmo que as chances de uma determinada droga provocar a morte ou danos irreparáveis fossem de uma em um milhão, de que adiantaria se essa pessoa fosse você? Será que essa estatística serviria de consolo para você seus familiares? “- …Olha, mas a chance disso ter acontecido era de apenas uma em cem mil!…”, ou 10 mil, ou mil… Quem se consolaria com essa justificativa?
É bem verdade que certas coisas mudaram desde a época de Hipócrates. Por exemplo, naquele tempo médico era uma coisa e cirurgião era outra:
Eu não utilizarei a faca, nem mesmo naqueles que sofrem de cálculos, mas deixarei essa tarefa para aqueles que foram treinados nesta arte.
Hoje em dia, os cirurgiões são médicos. Mas até mesmo hoje, a maioria dos médicos não são cirurgiões.
Para os médicos cirurgiões da atualidade, essa pequena frase do Juramento de Hipócrates não é válida.
Mas para todos os médicos (cirurgiões inclusive), o restante do Juramento de Hipócrates continua repleto de sabedoria e Ética.
A Ciência de ponta já comprovou que a grande maioria das doenças é causada por fatores ambientais e comportamentais, ou seja, nossos hábitos e estilo de vida, os quais influenciam enormemente, desde nossa imunidade até nossa saúde mental.
Na minha opinião, infelizmente, a maioria dos médicos está cada vez mais especializada em denças, e menos em saúde!
Mais que isso, as doenças estão sendo encaradas como um estado de “falta de droga”: Enxaqueca é “falta de remédio (droga) para enxaqueca”. Pressão alta é “falta de remédio para pressão”, e assim por diante. Infelizmente, o que eu vejo é um mundo cada vez mais doente, tomando cada vez mais drogas. Prova disso é que muitas doenças que antes ocorriam quase que exclusivamente em indivíduos mais velhos, estão ocorrendo em pessoas cada vez mais jovens.
É claro que as drogas, a meu ver, podem, em certos casos, possuir grandes benefícios (apesar de não curar o paciente). Mas a aplicabilidade de cada um desses casos deve, na minha opinião, ser analisada à luz do atualíssimo Juramento de Hipócrates.
Portanto, Se você acredita que seus hábitos e estilo de vida podem influenciar positivamente sua saúde;
Se você concorda que nenhum remédio e nenhum médico são capazes de curar uma doença, mas apenas aliviar seus sintomas com drogas e outros procedimentos;
Se você concorda que a cura das doenças existe, porém se encontra dentro de você, e não fora;
Se você acredita que seu organismo não pode ser dividido em infinitos compartimentos, portanto todas as doenças são resultado de um desequilíbrio de todo o organismo;
Então este site é para você!...........Mantenha sua saude..............Procure um Kiroterapeuta ......
O que se entende por medicina tradicional ? Se você pesquisar a fundo terá muitas definições nos dicionários. Mas aqui quero pontuar a medicina tradicional no sentido de um conjunto de medidas e situações que proporcionam prevenção, cura e paz interior, se valendo de métodos naturais de cura, composto por ervas, massagens, acupuntura, relaxamento mental e outras técnicas. Percorrendo a história temos algumas civilizações que edificaram seus sistemas de cura, originalmente vindos do povo e gradualmente sendo inserido nas universidades e formando profissionais com diplomas e certificados, dentre elas podemos citar a Medicina Ayurvédica de origem indiana e difundida em grande parte do mundo e com maior aceitação e popularidade a Medicina Tradicional Chinesa, tendo como expoentes a acupuntura e a fitoterapia (tratamento com plantas medicinais).
Esta forma de ver o corpo como um microcosmo, obrigatoriamente nos leva a buscar o equilíbrio de nossos pilares de vida. Segundo a OMS-WHO (Organização Mundial da Saúde), uma pessoa saudável deverá ter equilíbrio em quatro aspectos do ser humano:
1 – ESFERA FÍSICA – a saúde física é a primeira busca, porém a diferença está se buscamos este equilíbrio denominado pelos fisiologistas de “homeostase”, de dentro pra fora, ativando e mantendo íntegra nossa imunidade, ou se acreditamos que intervenções externas com drogas muito potentes é que vão resolver nosso desequilíbrio. Na MTC recomenda-se tratar os sintomas, mas também a causa, evidenciando o princípio de tratar o ser humano como um todo.
2 – ESFERA MENTAL – há algum tempo atrás, nas sociedades ocidentais a medida de valor de um ser, era o seu alto QI (quociente de inteligência), hoje sabemos que este índice só mostrava a capacidade racional do indivíduo, sendo atestado na atualidade no próprio mercado de trabalho, a valorização da inteligência emocional, psíquica, espacial, social, lingüística, e tantas outras. Junto com estas potencialidades residem as emoções, sentimentos estes capazes de alterar em segundos toda nossa bioquímica fisiológica em reações que podem levar até a morte, nos casos de paradas cardíacas ou derrames cerebrais, depois de vivências de emoções muito fortes. A era da informação que vivemos, também precisa ser a era do otimismo e do pensamento positivo, cultivando valores nobres e emoções depuradas, evitando o acúmulo dessas energias ou a falta delas, ocasionando as ditas doenças sociais, como a depressão, ansiedade, distúrbios psíquicos, alcoolismo, tabagismo, obesidade e tantos outros. No oriente há um adágio que diz “ uma pessoa é aquilo que ela come”,aqui fomos ensinados que uma pessoa é aquilo que ela pensa, mas com a alma latina que predomina no Brasil, podemos dizer que uma pessoa é aquilo que ela sente como queria Carl Jung.
3 – ESFERA SOCIAL – é sabido que o homem é um ser sociável, é um princípio de nossa filosofia, sendo assim, como podemos considerar saudável os “isolamentos” ou “ausências”, até mesmo quando percebemos que estamos no trabalho, em casa, em família ou amigos, ou até mesmo numa prática religiosa, a maioria ainda se sente solitária. A Saúde social é atingida à partir do momento que entendemos que somos parte integrante de organizações, desde a primeira célula social que é a família, amigos, colegas de trabalho, comunidades, escola, lazer. Em resumo quem não se integra não se entrega para o exercício de sua socialização e cidadania plena, com múltiplas atividades de diferentes aspectos, mas sempre necessárias e complementares.
4 – ESFERA ESPIRITUAL – este ponto não tem nenhuma conotação religiosa, porém trata da religiosidade e da necessidade do ser humano desenvolver um sistema de crenças de acordo com sua cultura e influências, para cultivar sua espiritualidade. O conceito de religare do latim como forma de ser . O conhecimento da sua fe.
Sou terapeuta holístico há mais de 18 anos e me senti no dever de escrever este artigo com a finalidade de conscientizar o publico em geral, bem como nossas autoridades locais, a respeito da diferença entre médico e terapeuta holístico.
Um fato que ainda surpreende o Terapeuta Holístico é como pode um profissional ser acusado, processado e até condenado, sem ter um só cliente insatisfeito, ou seja, sem "vítimas". Acontece que, para enquadrar-se em muitas das infrações previstas em nossa abundante legislação, isto não é impedimento algum. Como inexiste um dano real, os grupos corporativistas se apegam a pequenos, porém, importantes detalhes, tais como uma inadequação de termos empregados num simples cartão de visita ou propaganda, a ausência de quitação de um imposto, que se transformam em verdadeiras armadilhas capazes de gerar anos de investigações policiais e de processos judiciais. Você escreveu aqui "cura" prânica, então está praticando curandeirismo! Ah, você tem diploma? Então, é charlatanismo. Fez "doutorado" no exterior? Aí já é falsidade ideológica, exercício ilegal de profissão e falsificação de documentos. Surrealismo? Antes fosse, pois todos os grandes nomes de nossa profissão passaram por tais constrangimentos.
(...) popularmente chamadas de "terapias alternativas" são aplicadas pelo Terapeuta Holístico, que procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos. Cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade, promovendo a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis conseqüências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento (...)
A profissão de Terapeuta Holístico é LÍCITA, ou seja, inexiste Lei que a preveja, limite ou impeça o seu LIVRE exercício. Entretanto, ela não é REGULAMENTADA, ou seja, não existe Lei ou Decreto Federal específicos sobre o tema. A ausência de Regulamentação pelo governo para muitas profissões tem sido altamente benéfica, para outras, nem tanto, pois a colocam como alvo de polêmicas e perseguições. A correta interpretação da Constituição Federal garante que a ausência de regulamentação por Lei Federal torna LIVRE o exercício profissional. A CBO - Classificação Brasileira de Ocupações registra mais de 36.000 profissões e destas, cerca de 25 possuem Lei regulamentando e órgão fiscalizador próprio. Ou seja, via de regra, a esmagadora maioria das profissões brasileiras são desregulamentadas, cabendo à "lei de mercado" a seleção dos trabalhadores, daí a grande importância da Auto-Regulamentação, das Normas Técnicas Voluntárias, Certificados de Conformidade e do FENATE/MT Carteira de Terapeuta Credenciado, cuja adesão espontânea por parte do profissional, possibilita ao público interessado selecioná-los como seus escolhidos."
Existem milhares de terapeutas holísticos no mundo e estes terapeutas pagam um imposto para o governo federal específico para a profissão de terapeuta holístico: se fosse uma profissão fora da lei teria uma guia federal de recolhimento especifico para a classe?
A GRCSU (antiga GRCS) - Guia de Recolhimento de Contribuição Urbana, criada por um Decreto-lei que regulamentou o ARTIGO 138, da Constituição Federal de 1937, é uma obrigação federal, prevista na CLT - Consolidação das Leis Trabalhistas, em seu capitulo Ill, Arts. 578 a 610 recolhida pelo próprio Estado, competindo aos sindicatos o dever de imprimir e postar a todos os profissionais da categoria que representa, independentes de serem filiados ou não, sendo devido tanto por empresas, quanto autônomos ou empregados, cada qual com seus valores e datas, e assim o é em todas as profissões".
A GRCSU (antiga GRCS) - Guia de Recolhimento de Contribuição Urbana, criada por um Decreto-lei que regulamentou o ARTIGO 138, da Constituição Federal de 1937, é uma obrigação federal, prevista na CLT - Consolidação das Leis Trabalhistas, em seu capitulo Ill, Arts. 578 a 610 recolhiada pelo próprio Estado, competindo aos sindicatos o dever de imprimir e postar a todos os profissionais da categoria que representa, independentes de serem filiados ou não, sendo devido tanto por empresas, quanto autônomos ou empregados, cada qual com seus valores e datas, e assim o é em todas as profissões.
Todos os terapeutas no Brasil são representados por um órgão denominado FEDERAÇÃO NACIONAL DOS TERAPEUTAS (FENATE).
A pergunta que não cala é se os terapeutas têm um representante federal legal, porque que o C.F.M. (conselho federal de medicina) se acha no direito de fiscalizar profissionais que não são médicos? Não vai demorar o CFM vai se sentir no direito de fiscalizar advogados, engenheiros, fisioterapeutas, macumbeiros, igrejas, etc., se continuar assim logo teremos que ter uma receita médica para cortar os cabelos ou as unhas, visto que tudo está se transformando em ato médico.
Terapeuta holístico não tem receituário, tem bloco de recomendação terapêutica BRT, de acordo com normas do SINDICATO DO SEU ESTADO
"5.3.4.1 Objetivando que, em hipótese nenhuma, o BRT seja confundido com "bloco de receituário" e que seja igualmente claro para quem fizer a leitura de que o BRT pertence a um Terapeuta Holístico e não a um membro de quaisquer outras profissões relativas à saúde, deverá constar em seu cabeçalho a inscrição "Bloco de Recomendação Terapêutica", havendo, logo abaixo, o nome completo do profissional, seguido de seu número de FENATE.
A questão da homeopatia:
• Dizem os médicos que somente o médico pode indicar homeopatia, mas e os certificados emitidos pela Universidade Federal de Viçosa (nossas autoridades devem investigar a citada universidade antes de caluniar os terapeutas).
• A homeopatia é um medicamento energético e não existem leis que regulamentem remédios energéticos no Brasil, logo é de livre uso.
• O Ministério do Trabalho e Emprego, através da Portaria 397, de 09.10.2002, reforçou o direito ao exercício dessas ocupações, com a edição da CBO - Classificação Brasileira de Ocupações, códigos nºs 3221-05 e 3221-15, que confirma seu reconhecimento da prática da homeopatia, da fitoterapia, das terapias naturais e da acupuntura, como de nível técnico, e determina seu uso em Carteira Profissional (CTPS), RAIS, SINE e outros documentos.
• O Decreto-Lei 57.477/65, permite a prática da Homeopatia no país por não médicos, que podem indicar e vender medicamentos homeopáticos sem exigência de receita médica; o citado Decreto-Lei, inclusive, autoriza a criação do Pronto Socorro Homeopático, quando afastado mais de 6000 metros de uma farmácia, no qual pessoa idônea pode orientar e vender produtos homeopáticos para a população local.
• A Lei Federal 5.991/73 e o Decreto-Lei 74.170/74 mantêm os mesmos parâmetros do Decreto-Lei 57.477/65 quanto à questão da Homeopatia, permitindo a indicação e venda dos remédios homeopáticos sem necessidade de receita médica.
Fonte: http://www.homeopatias.com
É impossível não separar o medico do terapeuta veja algumas diferenças:
• O terapeuta não recomenda tratamentos com efeitos colaterais.
• O terapeuta não recomenda tratamentos que curam uma doença e provocam várias outras.
• O terapeuta não trata doenças, trata seres humanos,
• O terapeuta não trata doenças agudas ou crônicas ele ajuda os clientes a se manterem saudáveis.
• O terapeuta não usa traje de branco, conforme orientação do sindicato.
• O terapeuta desconsidera os sintomas e analisa os aspectos físicos, emocionais e energéticos do cliente.
Os médicos são verdadeiros DEUSES quando se trata de emergências, cirurgias, tumores, etc., e os terapeutas são DEUSES em tratar o ser humano como um todo. Minha utopia é ser possível um dia as duas doutrinas se complementarem, mas sei que é impossível, pois os médicos competentes estão cheios de clientes e não têm tempo para se preocuparem com novos paradigmas e os incompetentes se armam da inveja e se escondem atrás do traje branco para esconder a inveja de pessoas bem-sucedidas.
O terapeuta holístico tem órgão federal que o representa, tem guia (GRCSU) específica para a classe, tem alvará de funcionamento, paga todos os impostos, tem CNPJ e mesmo assim nossos representantes falam que a profissão de terapeuta holístico é ilegal? Será que aqui na terra do ZEBU a Constituição Federal foi transformada num bife? E quanto aos médicos que receitam florais, estariam passando-se por terapeutas, visto que por lei estes medicamentos são de uso destes? E quanto à fitoterapia? Desconheço alguma especialidade médica em fitoterapia, porém médicos a indicam. De acordo com a certidão citada anteriormente trata-se de uma prática de terapeutas e não de médicos. Que eu saiba as duas únicas terapias holísticas que o médico pode usar são a homeopatia e a acupuntura. O restante das mais de duas mil terapias naturais são de uso do terapeuta holístico. Quanto ao médico que se encantar com as terapias holísticas será aconselhável filiar-se ao Sindicato dos Terapeutas do Estado de Mato Grosso. SINTER-MT, ligado diretamente com a FENATE Federação Nacional dos Terapeutas http://sites.google.com/site/sindicatodosterapeutasdemt/i-encontro-de-terapeutas-em-mato-grosso http://www.sinter-mt.org.br/
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"El médico del futuro no dará medicamentos, hará que los pacientes se interesen por su salud y por la causa y prevención de la enfermedad" Thomas A.Edison - "Todos los grandes progresos han sido el fruto de personas poco razonables que hicieron que el mundo se adaptase a ellas;las personas razonables se adaptan al mundo." George Bernard Shaw- "La Kiroterapia es el mejor complemento de cualquier tratamiento como tambien para mantener la salud. es una mezcla de terapias holísticas,energéticas,ejercicios mentales, asesoramiento y espiritualidad para contrarestar los efectos del estrés y las causas emocinales de las enfermedades" JV-